Recebi o seguinte comentário sobre o artigo passado intitulado comilança emocional desta revista virtual:
Olá Lygya! Excelente seu artigo, gostaria de comentar sobre o ponto que fala sobre a bagagem emocional no qual você cita que nem sempre as pessoas recorrem à comida para aliviar os problemas emocionais. Atualmente vemos vários artistas famosos que tem os bens materiais que muitos desejam na vida, mas se destroem por desequilíbrio emocional. Um exemplo é a cantora Amy Winehouse a qual esta se consumindo nas drogas, ela deve ter uma pesada bagagem emocional, e o consagrado cantor Michael Jackson disse em uma entrevista que quando era menino até os próprios familiares riam do seu nariz grande e do rosto cheio de espinhas, revelou que sua vontade era usar uma máscara. Acho que o motivo de suas inúmeras plásticas era para se livrar do passado que o atormentava. Quando puder fale mais sobre o assunto. Abraço! Júlio
Agradeci ao Júlio por seu interesse a o parabenizei por seu comentário apropriado para essa semana, fiquei tão inspirada com isso que resolvi mudar o artigo que ia enviar. É muito bom e positivo que pessoas como o Júlio estejam interessadas em saber mais sobre esse assunto importantíssimo para todos nós seres humanos.
Sim, o comentário do Julio foi 100% certo, independente de dinheiro, fama e outras formas de sucesso, a bagagem emocional criada na infância não irá ser “descarregada” ou curada caso não tenhamos o devido tratamento para o desbloqueio emocional gerado no passado quando não sabíamos como “analisar” o que era dito e expressado sobre nós. E quando escrevo devido tratamento não estou especificando nenhuma psicanálise, ou terapia clinica, estou sim sugerindo que cada um procure o que seu coração sente que necessita, há varias modalidades de tratamento holístico no planeta neste período. Essa pesquisa é necessária para que não sejamos vitimas de remédios venenosos ao nosso organismo como muitos fazem cegos pela falta de informação. È importante que façamos uma pesquisa minuciosa do que nossos sentimentos nos guiam a fazer para a cura emocional. Também não estou anulando a terapia clinica, porém caso tenha escolha de procedimento em relação ao seu tratamento emocional por meios naturais faça! A natureza nos dá todos os instrumentos necessários para nossa cura. E de mais a mais, ninguém nos cura, nós nos curamos com a “ajuda” do especialista em que confiamos. Os remédios dados para terminar a depressão, tristeza, e calmantes são bons para o efeito superficial e momentâneo, mas e a “raiz do problema”? É exatamente isso que fica a desejar muitas vezes na medicina clinica, a prescrição médica é o foco principal e não o tratamento emocional em si.
Talvez se o sistema educacional e a indústria química de remédios fossem mais responsáveis para com a saúde e a felicidade humana, teríamos mais resultados positivos para usufruir como todo.
A bagagem emocional é criada na infância quando estamos vulneráveis a qualquer tipo de comentário nocivo a nossa autoconfiança. Daí a energia emocional gerada vai se acumulando e se tornando vulcânica com o passar dos anos.
Conforme escrevi no meu livro intitulado “Ame as emoções que você odeia” no capitulo numero 3 (aqui resumido e modificado para o artigo atual), no primeiro estágio de nossas vidas, aprendemos que nosso corpo físico está com fome e necessita alimento. Começamos a andar, caímos, aprendemos a funcionar e pensamos que podemos voar. Nosso corpo físico é nosso mundo e pensamos que podemos fazer tudo que imaginamos. Isso acontece até mais ou menos 1 ano, dependendo do bebê.
No segundo estágio, nosso corpo mental começa a se desenvolver. E começamos a pensar e crescer curiosos. Começamos a falar, fazemos perguntas e nos tornamos analíticos, quando estamos entre 1 até mais ou menos 2 anos.
No terceiro estágio, adquirimos contato com a espiritualidade e se nossos pais são religiosos podemos ser influenciados na mesma prática religiosa. Isso acontece aproximadamente dos 2 aos 3 anos.
E, finalmente, nossas emoções começam a obter forma, de acordo com a maneira que somos educados, influenciados e guiados por todos em nossa volta. É neste estágio que muitos traumas ocorrem e somos ensinados a “controlar” nossas emoções.
Os estágios iniciais determinarão a sustentação de nossas emoções para o resto da vidas. Dependendo do que acontece neste estágio (com exceção de doenças de nascença ou hereditárias), seremos pessoas bem sucedidas nos negócios ou não, deprimidas, gordas, alérgicas, teremos relacionamentos românticos saudáveis ou não, e assim por diante…
A ciência explica que o cérebro está dividido em duas partes ou mentes: a analítica e a emocional.
A mente analítica nunca para de aprender. A partir do momento em que estivermos abertos ao aprendizado, vamos continuar aprendendo.
Observem que conforme crescemos e ficamos velhos, aprendemos muitas coisas analiticamente, o que é direito ou errado de fazer. Até mesmo quando estamos morrendo estamos aprendendo como se morre. A maturidade vem quando temos experiências suficientes na vida e sabemos tirar proveito delas.
Mas este processo não acontece no lado emocional. A mesma emoção que sentimos quando tínhamos 3 anos de idade sentiremos quando tivermos 30 ou 70. A tristeza é a mesma aos 3, 9 ou 90 anos. O que muda é a maneira de pensar sobre a mesma situação, não o nível do sentimento. Podemos tentar controlar ou suprimir nosso sentimento quando nos tornamos adultos, mas o sentimento permanecerá no mesmo nível de energia do dia em que o experimentamos pela primeira vez.
Isso quer dizer que somos e iremos sempre nos sentir como quando éramos crianças. Nossas emoções nunca mudam ou amadurecem como nossa mente analítica ou nosso corpo físico. O que muda é a interpretação da mesma situação e, portanto, o sentimento em relação às situações da vida em geral.
Às vezes, mantemos as experiências emocionais desagradáveis da infância intactas em nossas mentes e no subconsciente nos tornamos deprimidos, tristes e rebeldes (proveniente da raiva ou tristeza controlada desde a fase infantil que não foi liberada). Uma fase que mostra bem isso em nossa sociedade é o período da adolescência, quando começamos a nos rebelar e tomar drogas às vezes perigosas, cigarros e muita abundância de problemas de vários tipos. Se não decidirmos usar nossa força interior o bastante, continuaremos negativos em relação a nós mesmos, sabotando a nossa felicidade pela vida inteira, como muitos fazem. Como os exemplos citado pelo leitor Julio sobre as celebridades americanas a cantora Amy Winehouse, e o legendário cantor Michael Jackson com suas máscaras para esconder o que o atormentava tanto emocionalmente, a vergonha de ser quem ele realmente era fisicamente. Eles não estão sozinhos existem milhares de exemplos como esses em todo o mundo sendo celebridade ou não.
Assim como muitos adultos, nos transformamos em “trabalhólatras” (mistura de trabalhador com alcoólatra, quer dizer que certos adultos se embriagam com o trabalho), tornamo-nos assim geralmente para nos distrair dos problemas emocionais que carregamos dentro do subconsciente com crenças como: “Tenho de trabalhar árduo para conseguir ter sucesso...” E outros preferem se distrair com outras coisas; como homens e mulheres que querem ter vários amantes, na ilusão de que são poderosos, na verdade estão procurando desesperadamente o amor e a atenção. Mas em vão, porque ninguém vai conseguir preencher o vazio que tem dentro a não ser nós mesmos. Além do vício mais popular do país que são as novelas da tevê, que anulam qualquer possibilidade de contato mais profundo consigo mesmo ou com a família. A diversão é de suma importância para vivermos bem, mas para tudo há um equilíbrio, uma harmonia para que tenhamos independência e liberdade individual a qualquer momento que a vida nos chama para exercitá-las.
Muitas pessoas tornam-se viciadas em diversão para se defender da dor que sofreu na infância. Elas se comprometeram a não sentir para não reviverem o mesmo sentimento de desilusão que daquela fase.
O impacto das emoções bloqueadas é tão forte que se não tratadas devidamente podem destruir completamente a nossa felicidade e bem estar como é o caso das celebridades mencionadas acima.
Portanto deixo aqui minha sugestão para você leitor (a), que sente que merece se sentir melhor em relação a si mesmo (a), decida melhorar sua autoestima e amor próprio para que a vida se torne sua amiga ao invés de inimiga.
Viver se atormentando com coisas do passado mesmo não sendo consciente deste fato pode ser fatal, como foi para o nosso legendário Michael que morreu pela parada da parte que lhe era mais sensível, seu coração aonde armazenava todas as suas vibrantes emoções.
Quanto mais sensíveis emocionalmente nos tornamos quando crianças, mais sensíveis ficamos quando adultos. E então? Você acha que esta tendo em sua vida tudo que merece ter? Ou alguma coisa parece poder melhorar e você não sabe por onde começar?
O melhor investimento do mundo não está nos negócios que planejamos tão bem para nos dar frutos, o melhor investimento do mundo somos “NÓS” que temos a responsabilidade de dar a nós mesmos a felicidade merecida e cobiçada de dentro para fora, e daí então nosso reflexo será visto no espelho dos resultados ao nosso redor.
Querendo saber mais sobre si mesmo (a) no nível emocional sugiro comprar o livro virtual “Ame as emoções que você odeia!” que escrevi com a intenção de educar com explicações fáceis e realistas sobre esse tema. Vendido somente no site www.lygyamaya.com.br por apenas $15,00 na promoção.
Se você tiver qualquer resistência em relação a um livro virtual, se conscientize de que o importante não é segurar um livro cujas folhas de papel foram feitas de árvores arrancadas das nossas florestas, mas a informação contida nele pode mudar sua vida extraordinariamente para sempre. Além do mais, você esta lendo esse artigo no conforto de seu computador não é mesmo? Garanto que irá agradecer a si mesmo por ter investido em você
Sua nas emoções equilibradas e compreendidas para uma vida melhor...
L.)

A autora é a única brasileira no mundo que combina intuição Xamanica com técnica americana de coaching (treinamento) para ajudar pessoas a adotar atitudes positivas e poderosas que irão eliminar o estresse e injetar paixão na vida profissional assim como a pessoal. Lygya Maya viveu no exterior por 29 anos, e já se apresentou em vários programas de radio e TV Americana (WB11, Fox, CBS, E NBC), além de ter sido mencionada em jornais como o New York Times, New York Post, Daily News, e em revistas como Vanity Fair, Essence, Time Out de Londres. Ela foi uma palestrante da companhia de Anthony Robbins (mestre motivador americano) viajando o mundo em sua companhia por 3 anos e agora volta a morar no Brasil e escreve dicas poderosas e realísticas para você criar uma vida extraordinária. Seu site: www.lygyamaya.com.br.
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