JULIO GRALHA
Faz um estudo do papel desempenhado pelo faraó e pelo deus dinástico na manutenção da teocracia faraônica e do controle social através do uso da iconografia, mitos e textos (mágicos, sagrados e decretos), como uma das possíveis ferramentas de legitimidade durante o Egito do Reino Novo (1550 e 1070 a.C.).