Trata-se de uma conseqüência, até agora irreversível, da revolução ocorrida na existência humana no século XX com a troca da informação impressa pela informação eletrônica como forma dominante de comunicação social.
O novo mundo já está gerando dois tipos de pessoa: a criança-adulto e o adulto-criança. E ambos, muito em breve, se tornarão idênticos, com diferenças marcantes apenas na primeira infância e na senectude.
A família e a escola, além naturalmente das próprias crianças, são as grandes forças de resistência a este desfecho do século XX.